segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Gomes, um vice verdadeiramente HUMANO!


Quando ouço falar da trajetória de vida de muitos candidatos ao legislativo e ao executivo, percebo em alguns histórias de vida muito interessantes de superação, firmeza moral, ideológica e religiosa.
Sinto com pesar a ida de alguns amigos para o grupo opositor, amigos que encontravam-se na 3ª via e que, hoje, estão no grupo que já comandou Chapadinha em um período de trevas e que, inclusive, foram vítimas dos mesmos com quem hoje se aliaram.
Acho que quem saiu fortalecido desta trajetória política toda foi o Irmão Gomes, juntamente com os companheiros da 3ª via que vieram para o grupo de Dr. Magno.
A dignidade com que vieram para o grupo tornou o processo político em Chapadinha mais democrático, temático e com controle social.
A vinda de novas lideranças para o grupo de Dr. Magno provocou uma oxigenação política que tem dado resultados em vários setores da campanha, algo expresso na criatividade e exuberância dos eventos vivenciados no grupo.
Gomes representa, na verdade e agora, uma parcela importante do grupo de Magno Bacelar que vem a coadunar com a nova tendência política brasileira de garantia da equidade social, da justiça sobre o coronelismo e, ainda, de uma visão mais democrática do processo político e de gerência pública.
O fato de ser evangélico enriquece ainda mais o debate. Não um evangélico só de nome, nem de práticas e negócios perniciosos à família cristã. Um evangélico no sentido mais especial da palavra, um Cristão.
A riqueza moral do quadro político de reserva de Dr. Magno Bacelar é invejável (uma inveja positiva), tanto no sentido da firmeza ética quanto na qualificação para o trato da coisa pública, com pessoas experientes no campo da administração municipal.
O grupo de Magno Bacelar é um manancial de lideranças sociais e políticas que estão convivendo entre si, fazendo germinar novas formas de fazer política e, também, demonstrando formas pacíficas e pós modernas de expressar sua convicção.
O stress dos últimos dias da campanha parece não estar abalando o grupo de Magno Bacelar, algo bem diferente do grupo opositor, que tanto nas músicas (repetitivas, copiadas e provocativas) quanto no atirar ovos e pedras, tem demonstrado sua instabilidade emocional, diga-se de passagem, uma marca de algumas lideranças do grupo.
Citando ainda alguns erros de marketing do grupo opositor, lembro que Dr. Magno costuma ser referenciado como:
 
M 43
 
Observando a marca da candidata opositora, observei algo no mínimo controverso:
 
                         um...
M 10
 
Sinceramente, não entendi.
Questionei a alguém do referido grupo e ele me afirmou que era um Coração seguido de um 10. Mas desculpem-me...    
não convenceu.
 
Até agora estou olhando para esse símbolo e não consigo ver o restante do coração. A não ser que seja um coração partido...   
 
ooohhhh!
 
Lembrei-me, também, que um certo dia um grupo de simpatizantes de Magno Bacelar foi até um certo campo aberto e fez um Grande...
 
M 43 (humano)






 
Aí percebi que o mesmo não poderia ser copiado pela opositora, pois ficaria muuuuiito esquisito...

 
D 10 (humano)

 
Primeiro porque D10 não existe mais, pois já está ultrapassada e, ainda...
 
...um candidato 10 (humano) é muito ruim para uma campanha.
 
Que me perdoem os opositores, mas não vejo como, de outra maneira, fugir a essas peças raras de campanha.
 
por: Jânio Rocha Ayres Teles
 
 

sábado, 29 de setembro de 2012

O MOTE E A PRESSÃO...

http://www.ojovemeomundo.com/2011/07/panela-de-pressao.html
É curioso pensar que o retorno de Dr. Magno ao cenário político local seria alavancado pelo seu histórico de organização administrativa e fortalecimento do serviço público municipal.
Tanto servidores quanto comerciantes (beneficiados indiretamente com a regularidade dos salários da prefeitura) seriam a locomotiva da campanha do Dr., algo que foi expresso de maneira bastante significativa no lema da campanha:
 
"O POVO PEDIU, ELE VOLTOU"
 
Foto: A Juventude 43 Planejou e Realizou Mais Uma Demonstração de Carinho e Apoio a Magno 43!
Entretanto, além desses dois públicos já bastante característicos no apoio a Dr. Magno Bacelar, destacou-se um outro, e de maneira bastante inesperada: a juventude chapadinhense.
 
É isso mesmo!
 
Parece que a música principal da campanha foi ultrapassada em popularidade por uma outra que surgiu da periferia do processo político: "PRESSÃO!"  (made in Chapadinha, por Luizinho, da Mirante).
Aparentemente sem conteúdo conceitual, talvez até com uma possível conotação negativa (interpretada pelo grupo opositor como pressão sobre o funcionalismo público para votar em Dr. Magno), a música da PRESSÃO vem conquistando a população de Chapadinha e, em especial, a juventude desse município.
Mas o que significa isso?
De onde vem a simbologia que mexe com o inconsciente dos jovens e os instiga a aderir à campanha do Dr., especialmente nas tardes de domingo, no PANCADÃO DA JUVENTUDE 43?
(vale ressaltar que o Pancadão é algo originalmente criado em Chapadinha, e que está fazendo moda em outros municípios)
Uma pergunta a mais se faz necessária a fim de que se possa aprofundar ainda mais a reflexão...      que conteúdo tão especial é esse na música PRESSÃO que atrai as pessoas para a campanha?
 
Calma! Eu explico!
 
Sinto muito em dizer aos opositores de Dr. Magno que, no inconsciente da população e, em especial, da juventude, a música PRESSÃO não significa imposição sobre a vontade de quem quer que seja. A PRESSÃO de que fala a música acende uma luz interna no inconsciente das pessoas que as remete à sensação de força, energia, alegria, vigor.
 
Quando a música PRESSÃO diz:
 
"43 Dr. Magno, está botando pressão..."
 
Ela transmite a mensagem inconsciente de que o Dr. tem vigor suficiente para retormar esta prefeitura e levar este município a uma posição de destaque, com força (PRESSÃO) suficiente para alcançar novas conquistas para o município.
 
A PRESSÃO, aí, não é imposição (afirmo novamente). PRESSÃO  é potência, capacidade, é, como já disse, ENERGIA, algo bastante expresso no PANCADÃO, com Dr. Magno em cima das caixas de som de um carro, com seu vice, dançando e pulando, estimulando a juventude ali presente a seus pés a liberar essa energia, mostrar o seu vigor, ver em seu governante a vivacidade que está em sua própria condição de jovem.
 
Em outras palavras, a juventude vê, em Dr. Magno, essa vivacidade que está em si. O desejo humano de poder e transformação da realidade, de fuga da rotina e a monotonia que é quebrada ao se visualizar um líder que corresponda bem a esse ímpeto próprio do ser humano saudável, feliz e confiável.
 
PRESSÃO, afirmo mais uma vez, é o grande MOTE que surgiu do meio da população e que veio a cobrir como a Tsunami que tenho falado frequentemente o conteúdo conceitual pensado previamente para a campanha.
Não se trata de uma substituição de conceito, mas sim, um complemento (e que complemento!) para o holl de características positivas do candidato.
 
Neste domingo, dia 30, teremos mais um PANCADÃO DA JUVENTUDE 43, onde espera-se toda aquela vivacidade e energia, bem como algumas surpresas alegres que ajudarão a tornar a festa ainda mais agradável.
 
PRESSÃO!    PRESSÃO!    PRESSÃO!     PRESSÃO!      PRESSÃO!       PRESSÃO!        PRESSÃO!   PRESSÃO!
 
43 DR. MAGNO...      ESTÁ BOTANDO PRESSÃO!
 
A música toca tanto o inconsciente da população, atende a uma demanda psíquica de maneira tão eficiente que somos capazes de ouvir a música ao ler as palavras neste texto. Não é verdade?!
 
Por: Jânio Rocha Ayres Teles
 
 
 
 
 
 


Os "Sinais" da eleição de Chapadinha...

É curioso tentar entender a política de Chapadinha, especialmente quando se consegue perceber certas linhas de coerência em acontecimentos e realidades aparentemente desconexas.
 
A numerologia dos candidatos
Dr. Magno utilizava o número "25" em suas duas primeiras campanhas para prefeito de Chapadinha. Nesta eleição de 2012 utiliza o número "43". Qual conexão existe entre ambos? Trata-se da soma dos números, que confluem para o número "7".
E o que significa o "7" na simbologia mística exotérica? Corresponde à síntese entre a plenitude dos "4" elementos e as "3" Pessoas da Trindade (ou tríade).
O nome do candidato é Magno Augusto, que significa:
Magno: maior
Augusto: divino
Enfim, o número "7" apresenta coerência com o nome do candidato por sua forte relação mística entre a divindade e a materialidade do mundo. Corresponde à plenitude da manifestação do divino na matéria.
O candidato utilizava um número paralelo, o "10" (o nota 10).
Em seu primeiro número de campanha, o "25", o "10" estava presente já na multiplicação: 2 x 5: "10".
Na atual configuração, não há mais essa relação numérica, pois passou a ser: 4 x 3: "12".
Ampos os números de campanha somam "7", mas ao ser multiplicados, confluem para "10" ou "12".
O que significa isso?
Se Belezinha adotou o "10" intencionalmente, ou não, Dr. Magno apropriou-se de outra relação numérica que terminou por superar a primeira relação.
 
A nomenclatura dos candidatos
Dr. Magno utiliza o próprio nome para divulgar sua campanha.
Por sua vez, Belezinha é apenas um apelido e, mesmo quando utiliza seu próprio nome, a candidata pouco expressa o primeiro, que é Maria.
Assim, tem-se uma relação de fragilidade identitária na candidata, o que é inversamente proporcional ao do candidato Magno.
 
A simbologia das mãos
O grupo de Magno produz o V, que significa o VERDE mas que também significa PAZ E AMOR.
O grupo de Belezinha utiliza a mão fechada e o polegar indicando BELEZA, para cima.
Fato curioso, no entanto, é que, quando se encontram, os grupos fazem seu gesto padrão. Contudo, o grupo de Magno emite para o grupo oponente seu símbolo em estado natural: "V". por sua vez, o grupo de Belezinha inverte seu gesto apontando o polegar para baixo, enfraquecendo, assim a energia do mesmo perante o do opositor.
 
A pesquisa...
A candidata Belezinha teve o trabalho de trazer um avião e lançar uma pesquisa que, desde o início já lhe causou constrangimentos com a Justiça Eleitoral.
Mas o pior não foi a sua estrutura jurídica, mas sim, os percentuais expressos no papel.
Ao divulgar um resultado com mais de 25 pontos de vantagem, isso causou um estado psicológico em seu grupo caracterizado pelo comodismo.
Por sua vez, tal pesquisa atiçou os ânimos do grupo de Magno que, a partir daí, intensificou seus trabalhos de busca de votos.
O tiro acertou o pé, isto é, uma diferença tão grande reverteu-se em motivação para o grupo opositor intensificar suas ações ao passo que o grupo da vantagem se acomodou.
 
A trajetória da campanha
O grupo de Magno começou a campanha com uma certa apatia, mas que, com o andar da carruagem, converteu-se em um processo bastante integrado, motivado e constante de crescimento.
Já o grupo de Belezinha sofre da síndrome dos ALTOS E BAIXOS, começando com uma explosão de ações, alternando-se por períodos de marasmos e ações pontuais.
 
As forças internas
O grupo de Magno apresenta certo grau de coesão, especialmente devido à consciência mais presente nesse grupo de que sem a manutenção do grupo no poder será impossível manter a estabilidade financeira e social do município.
Destacam-se, aí, as antigas lideranças que apoiaram Dr. Magno em sua primeira campanha em Chapadinha, bem como lideranças da terceira via.
Mais do que uma coesão interna, o que mais os une é a aliança para impedir o retorno do grupo de Isaias ao poder.
 
Por sua vez, o grupo de Belezinha encontra-se marcadamente dividido em grandes (e pequenos) blocos: o grupo da ex terceira via; o grupo PESSOA; o grupo de Belezinha; o grupo SARAIVA; e o grupo mais próximo ao sr. Isaias (perdão se esquecer algum).
Essa fragmentação de grupos também se configura em diferentes visões de política, de linguagem no palanque e, ainda, interesses imediatos.
A terceira via, por exemplo, almeja o seu fortalecimento enquanto força incipiente na política municipal, não estando tão vinculada às lideranças mais tradicionais do grupo de Isaias. Nesse conjunto encontra-se o PT e o PC do B, dentre outros.
O grupo PESSOA almeja retomar os anos dourados dessa família, em tempos de Legislatura estadual e, para isso, prepara uma base mais ou menos independente do grupo de Isaias.
O grupo de Belezinha, por seu turno, delineia a construção de uma nova via (talvez um arremedo de terceira via) para a política de Chapadinha, mas peca pelo excesso de pragmatismo, falta de experiência política e de uma visão técnica ampla desse setor.
O grupo SARAIVA, hoje, constitui-se o mais forte (apesar de muitos ainda não terem percebido isso). Esse grupo tem grandes chances de lançar um candidato próprio a prefeito na próxima eleição. Sua maior força está, especialmente, na boa expressividade de votos que conseguiu para vereador na eleição passada, na condição de candidatura a vice na mesma e, ainda, no fortalecimento de lideranças estaduais do partido.
O grupo Isaias é constituído, essencialmente, pela família de sr. Isaías e alguns aliados que, por sua vez, estão divididos entre esse núcleo tradicional e o próprio grupo de Belezinha. Um exemplo disso é o de Nildinha Teles.
 
Governo e sucessão
No caso de Magno Bacelar, seu projeto de expansão política para níveis estaduais foi amenizado provisoriamente com vistas a mais um mandato de prefeito de Chapadinha.
Contudo, esse mandato terá condições bastante favoráveis para o candidato, pois recebe a prefeitura em uma situação bem mais positiva do que recebeu de Isaias. Essa realidade pode fortalecer e projetar o nome do candidato em um mandato que pode ser o melhor que um prefeito já teve em Chapadinha.
Fazendo um bom mandato, acredito que dificilmente Dr. Magno ponha-se a uma re-eleição, dados os seus planos estaduais. Poderá escolher como sucessor alguém que concilie características como: eficiência de gestão, confiabilidade e fidelidade para com seu projeto maior e, ainda, consiga agregar o máximo de personalidades e apoio na terceira via e, até, no grupo de Isaias.
Já Belezinha, mesmo que afirme que, caso ganhe, a prefeitura estará em suas mãos firmes, a vice é a esposa de Isaias e, ainda, na impossibilidade de se recandidatar, quem Belezinha indicaria para sucessão?
 
Movimento de campanha
O grupo de Magno comporta-se como um grande emaranhado de lideranças e movimentos que, de certa forma, surgem e acontecem de maneira mais ou menos espontâneas. Vejo isso como uma grade Tsunami que vai arrastando tudo de uma maneira meio que desordenada mas que sabe muito bem aonde quer chegar.
Na verdade, com um conceito de campanha e uma marca bem definidos, o grupo consegue manter-se com um norte mesmo sem uma centralidade de coordenação muito rígida.
Por outro lado, o grupo de Belezinha consegue manter uma certa organização das ações às custas de uma forte centralização das decisões, segundo informações, a partir especialmente de Professor Francejane.

Os princípios da gestão e dos movimentos pós-modernos apontam que a forte centralização impede o rápido crescimento de um grupo e, ainda, restringem sua criatividade. Deve ser por isso que o grupo de Magno vem ganhando volume e apresentado grande diversidade de iniciativas.
O resultado de todos esses fatores apontam para uma estagnação do grupo de Belezinha e um fortalecimento do grupo de Magno. Contudo, a força da estrutura da campanha vai ser crucial nesta reta final, bem como o grau de motivação dos militantes.
 
por: Jânio Rocha Ayres Teles
 
 
 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Falácias da política de Chapadinha nos últimos dias...

http://josefranciscoartigos.blogspot.com.br/2010/11/as-falacias-da-elite-brasileira.html
Isaías não é candidato

O grupo político de Belezinha tenta de várias formas camuflar o apoio que o ex-prefeito Isaias Fortes dá à candidatura de Belezinha. Isso se dá, em grande parte, como forma de tentar amenizar a rejeição à candidatura de Belezinha, associada à imagem de Isaias. Contudo, quanto mais o período eleitoral avança, mas fica evidente a cara não somente dos(as) candidatos(as), mas do grupo político que está por detrás.
A imagem de boa administradora que possa estar na aura de Belezinha virá ao chão com a associação cada vez mais evidente com o nome de Isaias, relacionado com uma imagem de administração pública ineficiente.


A agressão de "Galo" a Mércia e Cacilda foi um fato isolado da política

Seria um fato isolado da política a agressão de Galo sobre as meninas se os envolvidos tivessem se encontrado aleatoriamente em um local e tivessem discutido. Na verdade, não há como negar que houve uma perseguição de trânsito por parte de Galo que, finalmente, trancou o carro das meninas e partiu para cima delas para tirar satisfações.
Assim, foi ele quem teve uma postura proativa de provocação e agressão.


A agressão não tem nada a vê com Belezinha e com o grupo político que quer voltar ao poder

Fato isolado também se não soubéssemos que, no período em que Isaias estava no poder, não tivessem ocorrido situações semelhantes, como a agressão de pessoas de seu grupo a um padre da cidade, bem como depois, ao advogado D Júnior, restando a Justiça determinar que o agressor não poderia aproximar-se tantos metros do cidadão.
Segundo os relatos, Belezinha estava junto com o irmão em frente à Júnior Construções quando as maninas passaram. Qual a postura de Belezinha frente ao ocorrido? Se não concorda com o que o irmão fez, por que ainda não se manifestou? Vale lembrar que trata-se de pessoas de grupos políticos opostos e, inclusive uma grávida e uma funcionária da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão.













sexta-feira, 15 de junho de 2012

Empresário Gomes como vice de Danúbia: a melhor notícia política dos últimos 10 anos em Chapadinha

Em empresário Gomes (foto) confirmou, em entrevista à Rádio Mirante, que seu nome será indicado para compor a vaga de vice na chapa da prefeita Danúbia Carneiro.

Gomes disse que primeiramente a intensão do grupo Terceira Via era apresentar candidato o que, segundo ele, acabou não se viabilizando.

Sem condições de ter candidatura própria a Terceira Via resolveu abrir diálogo com os dois grupos tradicionais. “Procuramos a pré-candidata Ducilene e ela nos informou que sua chapa já estava montada e que não poderia retirar a esposa do ex-prefeito Isaías de vice, além disso soubemos que a maioria das secretarias e cargos já estão loteados entre familiares ou pessoas bem próximas ao senhor Isaías”, disse Gomes, explicando que de outro lado teve as portas abertas para a vice e para a composição de futuro governo de Danúbia Carneiro.
 
 
 

sábado, 2 de junho de 2012

Política de Chapadinha 2012: reflexões juninas

O processo eleitoral se aproxima e já respiramos o clima das convenções partidárias.
Algo que tem sido muito discutido em meio aos grupos políticos é a situação das pesquisas eleitorais que já começam a ganhar corpo no debate político.
Há quem diga que tem candidato(a) com rejeição elevadíssima e que isso se constitui uma realidade irreversível.
Faço uma projeção a partir de uma imagem e que pode nos iluminar um pouco na reflexão:

A reflexão sobre aceitação ou rejeição parte de pesquisas prévias a partir de um momento ainda muito distante da eleição propriamente dita.
A partir da pirâmide acima, somente sua cúpula não mudaria a intenção de voto, o que poderíamos supor uns 85% do quadro total de pesquisados.
Uma candidatura que, momentaneamente, apresente grande rejeição, pode facilmente (com estrutura e estratégia, é claro) ter revertido o quadro.
A base da pirâmide, por exemplo, é a maioria e, de certa forma, apresenta grande variabilidade em sua intenção de voto, até mesmo na semana da eleição.
O segundo nível da pirâmide (de baixo para cima), corresponde a personalidades ou lideranças sociais que detêm um certo apreço por seu nome mas que, por algum motivo, cede a apelos materiais de médio e grande porte.
O terceiro nível, por sua vez, corresponde a pessoas muito próximas de um determinado grupo político e que não sairia por condições materiais, mas sim, por desavenças internas ou a própria exclusão por parte do grupo. Muitos destes optam por permanecer inoperantes na eleição, pois preferem não ir para o "outro lado".
A cúpula da pirâmide, finalmente, corresponde àquele grupo de pessoas que constituem o verdadeiro grupo político, onde seus líderes têm um grau de confiança maior e que depositam nele os maiores investimentos.
Nesta cúpula, torna-se praticamente impossível uma reversão de intenção de voto.
Associando essa realidade ao quadro estadual, no período em que o governo do Maranhão esteve sob o comando da oposição ao grupo Sarney, Dr. Magno Bacelar manteve-se no grupo, mesmo tendo a maré do governo do estado no seu inverso. Outros prefeitos (e outros grupos políticos) mudaram de lado, cedendo às circunstâncias políticas momentâneas.
Ao retornar ao governo do estado, o grupo Sarney soube (e tem mantido) garantir o apoio àqueles que se mantiveram fiéis e que, a partir daí, foram confirmados na cúpula de confiança do grupo.
Dr. Magno Bacelar é a expressão dessa realidade e, por isso, detém créditos frente ao governo do estado.
Na conjuntura política local, a possível rejeição de Danúbia e os índices de aprovação da candidatura de Belezinha ainda não se constituem o quadro real da eleição, que passará a se delinear realmente a partir das convenções.

Jânio R. Ayres Teles




















domingo, 27 de maio de 2012

A retórica fácil que tira a lógica da política

A entrada de Zé Reinaldo Tavares na administração municipal comandada pelo tucano João Castelo só reforça sua postura anti-PT e anti-Lula, fator determinante para que o Diretório Nacional do PT tenha decidido pela anulação do encontro estadual que decidira pelo apoio à chapa Dino-Reinaldista nas eleições de 2010.

Esta postura poderia até ser dissimulada, afinal, Tavares é filiado a um partido que faz parte da base aliada e, para não perder voto no estado que deu a segunda maior votação proporcional para Dilma, sua atuação contra o projeto petista se dá geralmente nos bastidores e não sob os holofotes, apesar de ele ter declarado apoio a José Serra no segundo turno da eleição presidencial.

Agora que está tudo as claras e Flávio Dino não pode mais ficar se fazendo de "João sem braço". Concorda com a "opção pelo atraso" ou romperá com seu tutor político? Deixando a retórica fácil de lado, o caminho natural seria o líder do PCdoB refutar aproximação com PSDB e, em não sendo candidato, declarar apoio ao petista Washington Luiz, de quem é amigo pessoal.

Mas não, isso não vai acontecer porque Washington é o "candidato de Sarney", mesmo discurso surrado do qual Flávio Dino foi vítima quando disputou a prefeitura em 2008 contra Castelo e com o apoio do PT. E essa retórica fácil tem mais peso na política maranhense do que qualquer debate real sobre os problemas e suas soluções a bem da população do estado e da ilha.

Mais até do que o governo Jackson Lago, eleito graças ao abuso de poder político do então governador Zé Reinaldo, Castelo vem deixando mais do que claro na prefeitura da nossa capital que ser contra Sarney não faz de ninguém bom gestor. Ser "anti-Sarney" significa muito pouco além de um discurso que mantém a relevância de metade da classe política maranhense.