domingo, 27 de maio de 2012

Vagner Pessoa e a Política de Chapadinha

O Sempre polêmico, ex-deputado Vagner Pessoa foi o primeiro pré-candidato a conceder entrevista e a falar exclusivamente ao blog sobre as eleições que se avizinham. Esperando que a disposição de Vagner seja seguida pelos demais concorrentes, o blog entrará em contato com Danúbia e Belezinha para oferecer aos eleitores as primeiras linhas do debate que deve esquentar a partir do mês de junho, quando se realizarão as convenções partidárias. Depois dos apimentados aperitivos acima, vamos à entrevista com Vagner Pessoa.


Alexandre Pinheiro – Vagner Pessoa por que você quer ser prefeito de Chapadinha?

Vagner Pessoa – A nossa ideia é que Chapadinha continua naquele atraso de sempre, o povo reclama muito por falta de uma pessoa que queira trabalhar pela nossa cidade, povo reclama também por conta de atraso de salários como acontecia no passado. Então tá esse espaço vazio e eu quero justamente preencher esse espaço. Chapadinha está com as ruas que você não pode andar. A população hoje clama por uma saúde e uma educação boa que não existe. Então tá faltando um gestor que cuide destas coisas. A juventude de Chapadinha está jogada ai, sem ter um caminho. Então eu vejo, por isso, um espaço grande, entre estes candidatos e eu estou entrando bem no meio deste espaço. Se o povo entender minhas palavras eu tenho certeza que Chapadinha vai melhorar, porque conheço muito bem o trâmite no governo do estado, conheço o trâmite no governo federal e tenho acesso bom á justiça. Eu pra mim não vejo dificuldade de eu fazer as coisas por Chapadinha, sei que terei facilidade e estou pensando é em trabalhar. Eu estou querendo é trabalhar e romper nos 4 próximos anos o atraso de mais de 40 anos que Chapadinha vem sofrendo. Praças inacabadas, é ginásio que não existe, rodoviária precária, é mercado e uma série de coisas que Chapadinha precisa e eu como filho de Chapadinha pretendo realizar.


Alexandre Pinheiro – Você é oriundo do grupo do ex-prefeito Isaías e inclusive tem laços familiares com ele, qual é sua relação com grupo de Isaías hoje?

Vagner Pessoa – Não tenho hoje nenhuma relação com o grupo. Já fui procurado pelo grupo, mas não tenho nem conversa. Semana passada mesmo fui procurado pra eu sentar com a candidata deles lá. Eu não sentei e não vou sentar. Se eu quisesse alguma coisa com eles eu ia ao menos ouvir, mas nem isso eu quero, não quero papo com eles. Sou candidato a prefeito porque eu vejo essa brecha grande no meio. Além do mais a candidata deles é fraca, não tem discurso e nem popularidade.

Alexandre Pinheiro – Muitos atribuem esse seu rompimento com Isaías ao fato de você ter sido preterido como candidato dele a deputado estadual em função da filha Isamara. Foi esse mesmo o motivo do afastamento?

Vagner Pessoa – Eu já fui traído por eles três vezes. Foram três eleições. Na primeira vez eu me elegeria deputado com 8 mil votos, o prefeito de Buriti votaria em mim naquele período mas retirou apoio porque Isaías não me apoiou, ele (prefeito de Buriti) deu 5 mil votos pro candidato dele e aqui eu teria aqui 7 mil votos, já seriam 12 mil e sobrariam votos. Na outra eleição eles diziam que votariam em mim e votaram no João Evangelista e nesta eleição agora fui traído novamente. Por que eu iria acreditar neste grupo? Se lá tem uma pessoa que manda neste grupo. Antigamente quem mandava lá era seu Isaías e hoje quem manda é filha de seu Isaías, ou ele faz o que ela (Isamara) quer ou ela bota ele de casa pra fora. Então ele (Isaías) prefere obedecer a ela (Isamara).


Alexandre Pinheiro – Mantido o atual quadro você deve disputar as eleições com a atual prefeita Danúbia Carneiro e com a empresária Belezinha, qual sua opinião sobre as prováveis concorrentes?

Vagner Pessoa – A Danúbia vai pra reeleição com um profundo desgaste e acho que não há mais tempo pra ela se recuperar a não ser que o grupo mude de candidato. A outra candidata é fraca de nascença: tão votando nela, toda Chapadinha sabe, porque dizem que ela (Belezinha) que tem dinheiro. Ela quem vai bancar os cabeças do grupo, que querem o dinheiro dela e já tão tomando o dinheiro dela. Então lá eles fazem as coisas pelo dinheiro e só. Ela não tem expressão, não serve pra ser prefeita de Chapadinha. Ela não tem estrutura política nunca foi política. E não tenho medo dessas duas mulheres. Repito que vou entrar nessa brecha bem ai. Eu irei partir pra guerra e vou ganhar a eleição.

Alexandre Pinheiro – Você disse na primeira resposta que tem trânsito livre no Palácio dos Leões, como está receptividade de sua candidatura em Chapadinha pelo governo do estado?

Vagner Pessoa – Estive agora com o presidente Sarney, após a operação dele, comuniquei que sou candidato a prefeito de Chapadinha, porque meu assunto lá é com ele. Quando fui apoiar a governadora Roseana o fiz a pedido do presidente Sarney. Então ele já sabe que sou candidato e me orientou a procurar o Ricardo Murad que é a pessoa dele dentro do governo. Já estou em contato com ele (Ricardo) e outros pessoas pra gente montar a estrutura de nossa campanha em Chapadinha. De outro lado vejo gente ai que não tem trânsito nenhum no governo do estado. Tá como candidata porque tem dinheiro particular. Eu perguntou: e depois? Será que este dinheiro não será tirado dos cofres da prefeitura de volta? Claro que vai! É por isso que Chapadinha não vai pra frente. Além de tudo isso, não tem ajuda de um governo, de um empresário e de ninguém. Sou candidato independente, vou fazer uma campanha com pouco dinheiro e explicar essas coisas ao povo. Mas vou pra guerra!


Alexandre Pinheiro – Vagner fique a vontade para falar o que quiser.

Vagner Pessoa – eu queria dizer à população de Chapadinha que as duas candidatas já estão ai, uma já está testada pelo povo que não vai mais votar. E a outra se votarem nela digo bem aqui: se votar vai ser tempo perdido. Ela vai jogar os pés primeiro nos patrões e depois no povo. Essa candidata chama-se Belezinha, mas ela não gosta do povo. Por isso que eu vejo um caminho bem grande pra eu entrar no meio.
 
 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Reflexões sobre a URE de Chapadinha e o contexto educacional local, regional e estadual

Um dos grandes debates que giram em torno da Unidade Regional de Educação (URE CHAPADINHA), recentemente assumida pelo professor Jânio, diz respeito aos possíveis "benefícios" que poderiam ser alferidos para lideranças políticas e sociais em geral.
Grande parte das discussões gira em torno de contratos terceirizados, como de Auxiliares de Serviços Gerais (ASG's) e Vigilantes.
Em uma outra escala há a discussão sobre contratos de professores, cargos de direção em escolas e, ainda, possíveis "benefícios" diretos e/ou indiretos ao se ter acesso aos espaços escolares.
Mas tudo isso caminha de maneira paralela à verdadeira função da Unidade Regional de Educação e, de certa forma, embaça seu funcionamento de forma a prejudicar de maneira significativa o serviço de atendimento às demandas educacionais da população do Baixo Parnaíba e a recuperação dos indicadores educacionais da região e do Estado do Maranhão.
Uma mudança efetiva nesse quadro depende, na verdade, de uma grande reflexão a partir dos meios educacionais, dos sindicatos, das representatividades colegiadas e, em especial, dos meios políticos que, de certa forma, em última instância interferem significativamente no andamento dos trabalhos e em seus resultados.

Deixo aqui aberta a reflexão e, posteriormente, darei continuidade ao debate, sempre estando aberto a comentários construtivos e eficientes.

Jânio Ayres
FILÓSOFO
Chapadinha - Maranhão 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Os grandes disputarão, os menores definirão (de novo)

Apesar de uns e outros cantarem vitória a esta distância da eleição, é bom olharmos para trás e ver o que o passado nos deixou de lição política.

No período pré-eleitoral de 2008, lideravam as pesquisas de intenção de voto Dr. Levi Pontes (ex-PDT) e Dr. Talvane Hortegal (ex-PT).

Além de ser filho do lendário Antônio Pontes de Aguiar, Dr. Levi contava com o apoio do governo Jackson Lago, a simpatia do empresariado e da classe média, e pose de quem venceria as eleições dando continuidade apenas aos acertos do grupo com o qual rompera havia pouco tempo.

O então-neo-e-já-ex-petista Talvane Hortegal disputava a dianteira nas pesquisas e fez o PT crer que o mau desempenho da candidata governista, Danúbia Carneiro, faria com que a família Sarney obrigasse o então prefeito, Dr. Magno Bacelar, a apoiá-lo.

Para quem analisa política superficialmente parecia tudo bem definido para a disputa ficar por aí, afinal, o eleitorado estava cansado dos dois grupos tradicionais da política chapadinhense, não é mesmo? Não é mesmo!

Os dois candidatos juntos não somaram 15% dos válidos apurados e a disputa se polarizou entre Isaías Fortes (43,1%) e Danúbia Carneiro (41,9%), os candidatos que tinham grupo político. E permita-me, caro leitor, recorrer ao negrito e às letras maiúsculas para frisar uma obviedade que às vezes parece passar despercebida. A ELEIÇÃO NÃO É UMA DISPUTA ENTRE CANDIDATOS, MAS SIM UMA DISPUTA ENTRE GRUPOS.

Assim, quando se opta por candidato A ou B, deve-se prestar bem atenção em quem o rodeia, afinal é com eles que o candidato vai governar.

Quem decidiu, poderá decidir de novo

Apesar de nenhum dos dois terem tido força suficiente para polarizar a campanha, as candidaturas de Dr. Levi (PDT) e Dr. Talvane (PT) foram determinantes para o resultado final da eleição.

Mesmo tendo tido a menor votação proporcional de todas as vezes que foi candidato a prefeito (apenas 43%), Isaías Fortes foi o mais votado e só não é prefeito de Chapadinha hoje porque (como até o reino mineral sabia, menos Edson Vidigal) ele era inelegível.

Da mesma forma, o PT e os partidos da chamada 3ª via*, mesmo não tendo musculatura para disputar a eleição tendo candidatura própria com chances reais de vitória, serão determinantes para o resultado final da eleição.

A se confirmar a aliança de ambos com a candidatura governista, esta sairá com vantagem na hora do pega pra capar, afinal, é difícil imaginar que qualquer um dos grupos logre êxito em condição de isolamento e com todas as demais forças políticas do município unidas do outro lado.

De qualquer forma, a disputa será acirrada e, pelo que se vê até agora, sem nenhum debate sobre proposta de governo, principalmente por parte de quem se diz a mudança.
*PT e 3ª via deveriam ser uma coisa só
 

domingo, 4 de março de 2012

Eleições 2012... o 2º tempo de 2008

Mesmo correndo o risco de ser considerado simplista ou reducionista, farei uma apresentação da estrutura da política de Chapadinha contextualizando as eleições de 2012 como uma continuidade das eleições de 2008.

Conheça os dois quadros representativos das eleições de 2008 e 2012:


2008




2012
A análise terá continuidade posteriormente. Por enquanto, deixo em apreciação e debate.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sócrates, Fidel, Lula, o Corintians e o Socialismo

http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4195-socrates#foto-105142
Parece irônico pensarmos que um dos maiores jogadores de futebol da sociedade brasileira, Sócrates, tem o mesmo nome de um dos maiores filósofos da história da humanidade e, ainda, foi uma das grandes lideranças sociais brasileiras que contribuíram para o processo de redemocratização da sociedade brasileira.
Se por um lado o antigo Sócrates, o grego, tinha seu discurso marcado pela vivência cidadã dialética, a valorização do discurso como instrumento de libertação das almas, imersas no universo humano, o novo Sócrates emergiu de um período de Ditadura Militar e contribuiu com o retorno à Democracia especialmente através do movimento "Democracia Corintiana".

http://www.reidaverdade.com/filosofo-socrates-biografia-resumo-obras.html
Lembrei que o Corintians é o time de coração do ex-presidente Lula, um socialista por ideologia e um operário de origem. Superficialmente não há nada a vê essa coincidência da ligação de Sócrates com o time e, também, o presidente Lula. Mas vale lembrar que o estilo de gestão da agremiação assemelha-se grandemente com o estilo de gestão do Partido dos Trabalhadores - PT, no qual o ex-presidente é filiado.
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/928020-time-de-fidel-pode-ter-socrates-como-tecnico.shtml
Outro ponto que me chamou a atenção é que um dos filhos de Sócrates (o novo), chama-se Fidel. Isso denota sua forte inspiração socialista, em sintonia com o ex-presidente Lula, amigo de Fidel Castro.
Fidel Castro, o presidente de Cuba, cogitou até em contratar Sócrates como técnico de futebol daquele país.
Confira o link:

Com este artigo, conclamo ao debate dialético acerca da temática.  



por: Jânio Rocha Ayres Teles

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Fundamentos para a política de Chapadinha

Karl Marx afirmava que a consciência dos homens é determinada por sua condição social e material. Refletindo a partir desse fundamento, lembramos o grande argumento que sustenta o grupo político de situação da atualidade no poder é o do passado do atraso. O atraso, aí, significa, a lembrança de momentos de privação material que grande parte da população chapadinhense passou. A prosperidade advinda a partir da estabilidade econômica do município provoca um sentimento de segurança e que garante a manuntenção do grupo no poder.
Relacionada ao pensamento do próprio Marx, a dialética é um fundamento teórico que indica uma estrutura social fundada no confronto de grupos e de idéias que, por sua vez, provoca uma síntese. Esta, por sua vez, constitui-se um elemento consensual e superior aos elementos confrontantes, os grupos.
A 3ª via representa a expressão da dialética apregoada por Marx no sentido de que incorpora a síntese presente no debate dialético entre os dois grupos polarizados da política chapadinhense.
É isso mesmo. No aspecto da dialética a 3ª via encontra um fundamento. Contudo, o primeiro fundamento citado aqui, o da materialidade das consciências, ainda não encontra-se intensamente presente na 3ª via. Explico melhor. Para apresentar-se enquanto proposta alternativa aos grupos polarizados da política chapadinhense, não é suficiente apontar os erros de cada um. É necessário, sim, incorporar os pontos positivos desses grupos e, também, promover alterações materiais positivas na vida da população ou, pelo menos, de lideranças sociais do município. Sem isso, o ressoar do combate à corrupção não encontrará eco em meio à sociedade chapadinhense.
O Budismo aponta o caminho do meio como o encontro da felicidade, da iluminação e da auto-realização do ser humano. Contudo, esse caminho do meio, a 3ª via, não é composta do comodismo e conformismo da situação e nem no radicalismo da oposição. Traz, sim, a temperança, a eficiência e a prosperidade como marcas e como a face desse novo grupo.
A política é complexa e lida com a materialidade da vida das pessoas e, por isso, exerce tanto fascínio em meio às mentes. Não se pode reduzir as relações políticas apenas enquanto um confronto entre os "bons" e os "maus". Se assim for, sempre nos consideraremos o lado bom. Contudo, assim como na filosofia oriental, o bem pode estar contido no mal e vice-versa. Não se trata de separar um do outro, mas vê-los como parte da complexidade dialética da vida.
A 3ª via de chapadinha é composta de homens corajosos e que, ao meu ver, estudam e ensaiam uma revolução política. Só nos resta observar, analisar e contribuir, caso haja coesão, coerência e eficiência.

por: Jânio Rocha Ayres Teles


Fonte de figuras da quebra-de-braço e Budismo:

sábado, 5 de novembro de 2011

Um Raio X da 3ª Via em Chapadinha

A 3ª Via, em Chapadinha, corresponde a um conjunto de lideranças que, por diferentes motivos, estão afastados dos dois grupos polarizados da política local: Isaías/Belezinha e Magno/Danúbia.

De um modo geral, aqueles que se ensaiam como alternativa já estiveram no poder, ou de um lado, ou de outro.

Exemplos clássicos disso é o fato de estarem presentes na 3ª Via pessoas como Vagner Pessoa, ex-partidário do grupo Isaías, e Dr. Levi, ex-partidário do grupo Magno. Associados a eles há outras lideranças de semelhante característica.

Vale lembrar, mais uma vez, que os prováveis motivos de estarem distantes dos grupos polarizados não são os mesmos para todos, o que mantém uma certa fragilidade de coesão de propostas na 3ª Via.

Vale lembrar, também, que a maioria das pessoas da 3ª Via são provenientes do grupo de Magno, o que denota uma natural tendência de afastamento em relação ao grupo de Isaías, o que, na reta final, numa possível polarização, pode eclodir enquanto opção política.

Isso ocorreu em 2008, quando Talvane e Levi apresentavam-se enquanto alternativa da 3ª Via. A desunião dos dois provocou uma nova polarização da eleição, o que fez com que os votos próximos de um lado ou de outro migrassem para os candidatos principais.

A tendência de polarização da eleição de 2012 torna-se iminente, haja vista o fato de que, possivelmente, as pessoas que votaram na 3ª Via em 2008 terem receio em entregar a eleição para o lado a que tem rejeição. Em outras palavras, as pessoas que votaram em Levi e Talvane e que teem tendência a apoiar Magno, por exemplo, pensarão duas vezes antes de entregar para Isaías.

Por sua vez, as pessoas que apoiaram Talvane e Levi e que também teem a tendência em apoiar Isaías tenderão à segurança do voto na candidatura que tiver mais potencial para tomar a política de Magno.

Enfim, tanto um lado quanto o outro (falo dos eleitores de um modo geral), estão mais pensativos quanto a flexibilizar o voto. Esta eleição de 2012 não será de candidatos, mas sim, de grupos. Isso determinará, inclusive, se a eleição estará nas mãos de Danúbia ou Belezinha.

Além de tudo isso, perpassa esta discussão a questão estadual, em que o grupo de 3ª Via constitui-se em sua maioria de pessoas provenientes do grupo de Jackson Lago (podendo haver, como plano de fundo na eleição, a disputa entre a Família Sarney e Flávio Dino. Somente se o debate polarizar-se a partir de parâmetros estaduais é que a 3ª Via terá força. Caso contrário, permanecerá entre os dois grupos hegemônicos.
http://alexandre-pinheiro.blogspot.com/2010/08/nota-10-e-isaias-diferentes-ate-no.html

Pessoalmente acredito que, politicamente, se houver uma polarização da eleição, o lado de Magno e Danúbia (resistente ao retorno de Isaías) ganhará, mesmo que seja por um nariz.

Jânio Rocha Ayres Teles


Crédito das imagens: